segunda-feira, 31 de maio de 2010

Caminhada no comércio de Canoas divulga regulamentação

Caminhamos junto com os dirigentes do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas – Sindec divulgando para os comerciários a luta da Central pela regulamentação da profissão.



A regulamentação da profissão de comerciário é uma dívida da sociedade, do Congresso Nacional e do Governo para com a nossa categoria. É inaceitável que em pleno Século XXI ainda não estejamos reconhecidos formalmente como profissionais.





terça-feira, 11 de maio de 2010

Paim defende regulamentação da profissão de comerciário




Senador Paulo Paim defende a regulamentação da profissão dos comerciários, campanha que estamos realizando em Porto Alegre e todas as demais cidades do estado.

Força Sindical na recepção ao senador Paim




A Força Sindical presente na recepção ao senador Paulo Paim no aeroporto Salgado Filho, após aprovação dos projetos de reajuste dos aposentados e fim do fator previdenciário.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Festa 1° de maio





Cerca de 40 mil pessoas circularam pelo Parque da Redenção e prestigiaram a Festa do Trabalhador, promovida pela Força Sindical para festejar o Dia do Trabalho, no domingo, 2 de maio, com o tema “força e fé pelo trabalho digno”. Comemorando também o centenário da Arquidiocese de Porto Alegre, o evento teve início com a missa celebrada pelo arcebispo Dom Dadeus Grings.




O público demonstrou fé e devoção enquanto acompanhava a celebração e, posteriormente, acompanhando o show do padre Zezinho. A Festa da Central teve também jazz, pagode e rock, e os presentes vibraram ao som das bandas Jazz 6, Superguidis, Tchê Guri e Louca Sedução, que se apresentaram até às 18 horas entre as divertidas intervenções do Fat Duo.





domingo, 2 de maio de 2010

Qualificar para crescer

A superação da crise econômica demonstrou o vigor da nossa economia, a importância do mercado interno e o novo papel dos trabalhadores na sociedade, que atuaram de forma propositiva na sugestão e implementação de medidas econômicas e de políticas públicas. Ao mesmo tempo, no entanto, a realidade pós-crise evidenciou um grave problema que exige a atenção do governo, dos empresários e, novamente, dos próprios trabalhadores e suas entidades. Mal ultrapassamos a tormenta, os níveis de empregos foram praticamente recuperados, mas muitos deles – 1,6 milhão em 2009, segundo o Sine - permaneceram vagos por falta de qualificação de seus pretendentes.

Trata-se de uma preocupação que deve nortear a ação das centrais sindicais, dos empresários, do governo, enfim, da sociedade gaúcha e brasileira daqui para a frente. A estabilidade econômica, o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores dependem das medidas adotadas para enfrentar essa fragilidade nacional. Como nunca em nossa história, a educação formal em todos os níveis e a qualificação profissional precisarão andar juntas para enfrentar os desafios da nova realidade social e econômica do país.

A qualificação profissional que precisamos deve estar sintonizada com as reais necessidades dos trabalhadores, empresários e com a economia dos estados e municípios. Nesse sentido, é importante a construção de políticas regionais de qualificação profissional, ouvindo a sociedade - Sistema S, Prefeituras, Câmara de Vereadores e entidades empresariais e sindicais - para definir as demandas reais das regiões. Alterar as regras do CODEFAT (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) para permitir que sejam realizados cursos para trabalhadores empregados, é também medida urgente, entre várias que precisam ser adotadas.

A maior qualidade dos nossos produtos, a afirmação da nossa economia internamente e em nível mundial, o sucesso na Copa do Mundo de 2014, a autoestima dos trabalhadores, a luta contra as drogas, isso tudo depende de como e quanto investirmos em educação e qualificação profissional. A valorização do “mundo do trabalho” em seu aspecto mais amplo, colaborativo e desprovido de preconceitos é o novo caminho aberto que devemos trilhar e que celebramos neste 1º de Maio de 2010. Que este Dia do Trabalhador seja um momento de reflexão sobre o Brasil que queremos, que podemos e que devemos construir com qualidade, em todos os sentidos.