sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Condições sub-humanas imperam no país da sexta economia mundial

2012 começa com os bons ventos soprando para o Brasil. Quanto ao reajuste do salário mínimo, o novo valor representa um aumento de 14,13% em relação ao atual, de R$ 545. Além disso, o país inicia o ano no posto da sexta maior economia do mundo, conforme informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Porém, não adianta estarmos nesse patamar, financeiramente, e termos os piores índices de alfabetização, a inacessibilidade da população para internação hospitalar, seguidamente vemos gigantescas filas nos hospitais, também não há conscientização ecológica, sem falar na quantidade de moradores de rua, prostituição e drogas. 


Ou seja, como podemos nos comparar aos padrões europeus com milhares de pessoas sem saneamento básico, infraestrutura, educação e outros princípios básicos para uma vida digna? 

Essas questões repetidas, nos levam a acreditar que o Brasil está longe de se tornar a sexta maior economia do mundo. Talvez seja preciso muitos anos para que o Brasil deixe de ser um país tão desigual e a nação possa ter orgulho da distribuição de renda e das benfeitorias que isso deve resultar à brava gente brasileira.

Então é um grande desafio que temos, mas é como dizem: Nós somos brasileiros e não desistimos nunca! 2012 será um ano do trabalhador, do operário, um ano de esperança, um ano de luta, e temos certeza que será um ano de conquistas.
 

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