quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Em defesa das nossas indústrias


Atualmente, o setor da indústria representa 15% do Produto Interno Bruto (PIB). Na década de 80, a indústria representava 27% do PIB do Brasil. Centrais sindicais, sindicatos e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) divulgaram um manifesto com 22 propostas que visam a proteção da indústria e do emprego no Brasil. 

> Leia o Grito de alerta em defesa da produção e do emprego 

A desindustrialização está evidente nas prateleiras do comércio, onde parte dos produtos é importada. Além disso, a indústria está deixando de criar emprego e, pior, está fechando postos de trabalho. É necessário baixar os juros e melhorar a infraestrutura produtiva do país em caráter de urgência.  

Nesse novo round enfrentado no Senado, esperamos que o tema seja tratado com prioridade. Agora, aguardamos pela votação da proposta de Resolução 72/2010, que uniformiza em 4% a alíquota do ICMS nas operações interestaduais com bens e mercadorias importadas.

Embora as estatísticas sejam favoráveis, Porto Alegre precisa gerar mais empregos

Porto Alegre é a segunda capital com o menor nível de desemprego no Brasil, atrás apenas de Belo Horizonte (MG), segundo a Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Mas ainda há muito para melhorar. O nível de ocupação na região Metropolitana da capital gaúcha apresentou variação positiva (0,6%), na comparação de dezembro de 2011 para janeiro deste ano, apesar do aumento do desemprego, que passou de 6,4% para 6,5%.


Como sugestão, reforço a idéia de que a Páscoa é uma época de grandes oportunidades de emprego. Nos próximos dias, os centros de intermediação de mão de obra devem iniciar a triagem para as vagas temporárias no varejo.

Se for repetido o desempenho do último ano, como espera o setor, serão cerca de 70 mil vagas que estarão disponíveis. Agora, as empresas têm que provar que a Páscoa é mais uma excelente oportunidade de novos empregos, desenvolvimento e ressurreição da esperança para os trabalhadores.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Trabalho Decente é tema de videos institucionais lançados pela OIT

O escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil lança dois vídeos sobre o tema Trabalho Decente. Os vídeos foram produzidos a partir das demandas recebidas pela OIT durante o processo de realização das Conferências Estaduais de Trabalho Decente.

As produções são institucionais e mostram a visão da Organização sobre o Trabalho Decente, com depoimentos de especialistas nas áreas de trabalho escravo, trabalho infantil, gênero e raça, representantes do Governo, de organizações de empregadores e de trabalhadores.

Veja abaixo os vídeos.
 


Nesta produção é apresentada uma visão geral sobre o Trabalho Decente, com testemunhos de representantes do Escritório da OIT, de organizações de empregadores e de trabalhadores e do governo.

 


Este segundo video, intitulado “Fala Povo”, traz depoimentos espontâneos de trabalhadores e cidadãos mostrando o que as pessoas entendem por Trabalho Decente.

Brasil aumenta investimento em máquinas com ênfase na importação

Estudo do Ministério da Fazenda mostra que a taxa de investimento em máquinas e equipamentos no Brasil (10,7%) é a terceira maior em um grupo de 12 países, liderado por China, com investimentos de 14,9% do PIB, e Índia (13%). O estudo apresenta uma comparação da taxa de investimento em máquinas em períodos distintos – em 2008, auge pré-crise mundial, e em 2011. 

O Brasil é terceiro colocado nas duas fases. Mas a grande mudança entre os dois períodos é a composição da taxa: em 2008 ela era formada principalmente pela produção doméstica de bens de capital, e a partir de 2010 ela é crescentemente composta por máquinas e equipamentos importados. 

Sendo assim, medidas urgentes devem ser tomadas para que não aumente a importação de máquinas e equipamentos e acabe trazendo prejuízos irreversíveis para a indústria nacional.

A indústria brasileira nasceu pela união de esforços, e hoje em dia mostra que sua manutenção exige a mesma fórmula, para que o Brasil tenha no futuro, a riqueza para promover um desenvolvimento com maior distribuição de renda, mais empregos, menos impostos e justiça social.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Voto feminino completa 80 anos nesta sexta


Dia histórico para o Brasil, pois, a partir daquele momento, as mulheres ganharam direito de voto, através do Código Eleitoral Provisório.


Faz somente 80 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar.

As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.



Hoje, as mulheres representam a maioria dos eleitores no país. E, pela primeira vez na história, o Brasil tem uma voz feminina na Presidência da República - Dilma Rousseff. No entanto, a grande maioria dos cargos públicos eletivos ainda é ocupada por homens.

Esse é um direito extremamente importante que todos nós temos, mulheres e homens, mas que tem sido tratado com pouca relevância, por muitos (independente do gênero) nas eleições.

Que as pessoas tenham mais consciência do valor do voto!

Justiça do Trabalho aplica convenções da OIT contra conduta antissindical

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) utilizou, recentemente, duas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para condenar uma empresa por prática antissindical na demissão de um trabalhador que participou de greve. 

A companhia foi condenada a indenizar o ex-empregado com o pagamento em dobro das verbas trabalhistas (salários, férias, 13º salário, etc.).

Questões como essas devem ser avançadas e melhoradas, pois isso faz parte também dos Direitos Humanos e devem ser aplicadas à realidade dos trabalhadores.

O relator, ministro Vieira de Mello Filho, assinalou que, embora ainda não seja habitual no Direito do Trabalho, a utilização de normas internacionais ratificadas pelo Congresso Nacional está consagrada e não há dúvidas quanto à sua vigência e eficácia.

Para o ministro a decisão, que aplicou analogicamente a Lei nº 9.029/95 para punir e coibir o ato antissindical, revela a plena observação do princípio da liberdade sindical e da não discriminação, em consagração à eficácia plena do artigo 1º da Convenção nº 98 da OIT, no sentido de promover a proteção adequada contra quaisquer atos atentatórios à liberdade sindical. 

Ana Amélia também alerta para a desindustrialização

Em discurso realizado ontem, a senadora Ana Amélia Lemos colocou em pauta o problema da desindustrialização, cobrando medidas efetivas e urgentes do governo federal. Ela afirma que a desindustrialização está assombrando o país há alguns anos. A senadora cobrou da presidente Dilma Rousseff salvaguardas para a indústria brasileira frente à forte concorrência internacional.

A senadora informou que a presidente da República, durante a abertura da 29ª Festa Nacional da Uva, em Caxias do Sul (RS), prometeu e defendeu a necessidade de garantias comerciais para o setor viticultor brasileiro (cultivo de vinhas para a produção de uvas, sucos e vinhos).



- O Rio Grande do Sul é o maior produtor de vinhos e espumantes do Brasil. Hoje, a cada dez espumantes vendidos aqui no Brasil, oito são de fabricação nacional. E notem que a concorrência é muito grande - disse.

Ana Amélia acredita que a indústria brasileira precisa tornar-se mais competitiva para recuperar o espaço perdido no mercado mundial nos últimos anos. Em sua opinião, essa recuperação passa por mais apoio e investimentos públicos, aperfeiçoamento dos sistemas tributário e fiscal e melhorias na infraestrutura.

A senadora ainda acrescentou, que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou que o setor industrial brasileiro ficou praticamente estagnado em 2011, com acréscimo de apenas 2,2% em postos de trabalho e crescimento industrial de 0,3%.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Pacto contra a desindustrialização

A formação econômica do Brasil foi desenvolvida a partir de ciclos econômicos exploratórios do período pré-colonial (Pau-Brasil); de plantation no período colonial (grandes plantações de cana-de-açúcar, principalmente), utilizando o uso intensivo de mão-de-obra escrava; de exportação de matérias primas e produtos agrícolas (café, principalmente) do período imperial até a década de 1930, com a eclosão da Crise do Café. O Café, que era o principal produto da economia brasileira até 1930, foi impactado fortemente no final da década de 1920 pela “Grande Depressão”, conhecida também como “Crise de 1929”, que reduziu a demanda internacional pelo café brasileiro, afetando a economia brasileira, especialmente a renda e os empregos.

Foi neste cenário, que se deu o início ao projeto nacional de desenvolvimento brasileiro, com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, iniciando o processo de formação da indústria nacional. Esse processo de industrialização partiu da organização das estruturas do País, a partir de um grande pacto entre o capital e o trabalho, tendo o Estado brasileiro como um agente institucional na mediação e articulação entre trabalhadores e o setor empresarial produtivo, possibilitando assim um suporte ativo estatal na acumulação industrial, como também a organização e consolidação do trabalho por meio da (CLT) em 1943, esta que provou ser um importante instrumento de desenvolvimento econômico.

Atualmente, a hoje moderna indústria nacional, vem perdendo importante espaço na economia brasileira. Segundo o estudo “A primarização da pauta de exportações do Brasil” do IPEA, as commodities (produtos primários como soja, minérios, petróleo) apresentaram um avanço de 41% para 51% da participação do comércio internacional, dentre todos os produtos brasileiros no período 2007-2010, ocasionando assim uma dependência da economia brasileira, em produtos não industrializados de baixo valor agregado.

Há gente que considera ser prematuro falar de uma desindustrialização, mas o fato é que, o avanço da dependência do comércio internacional brasileiro em produtos primários, ocasionará um impacto relevante na indústria nacional, que inevitavelmente levará a economia brasileira à desindustrialização, uma vez que a perda de competitividade de todos os outros setores no comércio internacional brasileiro começa a se acentuar.

Com isso, as soluções de política econômica, para evitar a desindustrialização no médio e longo prazo, partem de ações de redução da taxa de juros para incrementar os investimentos, concomitante com investimentos em ciência e tecnologia, para geração de soluções nacionais de tecnologia e inovação; e qualificação profissional, para que os trabalhadores estejam preparados para as mudanças do novo desenvolvimento brasileiro, dando continuidade ao seu papel de protagonista do desenvolvimento. Além disso, no curto prazo torna-se imprescindível a intervenção no câmbio, mas com a preocupação de não elevar o custo fiscal.

Com a crise econômica mundial acontecendo, os impactos nos produtos primários de agora (commodities) podem ter impactos análogos aos produtos primários da crise econômica de 1929 (café). É chegada a hora do Estado brasileiro, os trabalhadores e empresários do setor produtivo, estabelecerem o mesmo tipo de pacto proposto por Getúlio Vargas, para fazer a indústria brasileira mais forte, mais competitiva, com mais empregos para promover um maior desenvolvimento.

O passado mostrou que, a indústria brasileira nasceu pela união de esforços, e o presente mostra que sua manutenção exige a mesma fórmula, para que nosso País tenha no futuro, a riqueza para promover um desenvolvimento com maior distribuição de renda, mais empregos, menos impostos e justiça social.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Envie seu relato sobre o transporte público da capital

A Força Sindical RS realiza uma campanha junto à população para saber e auxiliar na melhora do transporte público de Porto Alegre.

A campanha
pela melhoria do transporte público iniciou nesta terça-feira, agora focada na população e nas redes sociais.

O objetivo é fazer com que as pessoas utilizem as redes do Facebook, Twitter, Orkut e emails para reportarem situações que enfrentam para usar o transporte público na hora de ir trabalhar ou para se locomover para os mais diversos lugares e itinerários da cidade.



Veja as redes sociais pelas quais você pode enviar seu comentário:

- Twitter: @ForcaSindicalRS

- Facebook:  http://www.facebook.com/forcasindicalrs

- Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=6184853074342989771

Participe!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Janta fala sobre sindicalismo para reportagem da revista Bastião

A sexta edição da Revista Bastião traz uma matéria intitulada "Sindicalismo em tempos de crise", onde o presidente da Força Sindical RS, Clàudio Janta fala sobre os movimentos e a união das classes. 

Janta comenta a tentativa de desgaste com o movimento sindical e com o trabalhador, que vem desde o início da reorganização dos sindicatos no país, na década de 1980.

- Nos rotularam de anarquistas, comunistas, baderneiros; e agora, com esses tempos modernos, nos chamam de dinossauros, de atraso - afirma.

Ainda em entrevista, Janta afirma que a as razões das graves crises econômicas estão na falta de uma união entre os trabalhadores. 

- No Chile, na Espanha e em Portugal (países fortemente enfraquecidos pela crise econômica), existem sindicatos por empresas, por setores. Assim, os trabalhadores ficam divididos e não têm estrutura para nada. Nós pregamos a unidade na base. E a força vem da união - diz. 

A matéria na íntegra pode ser conferida no site da revista 

Imagens da Manifestação Nacional da CGTP-IN, em Lisboa

Na maior manifestação dos últimos 30 anos, que transformou o Terreiro do Paço em um terreiro do povo e luta contra a exploração e o pacto de agressão, os trabalhadores portugueses afirmaram bem alto a sua determinação e combatividade na defesa do direito ao trabalho, da valorização dos salários, por um país desenvolvido e soberano.

Manifestação Nacional da CGTP-IN, dia 11 de Fevereiro, Terreiro do Paço, Lisboa




Convocação para o ato do dia 11 de fevereiro, em Lisboa

Esta paródia da música "Ai se eu te pego" é dedicada à luta contra o desemprego, a precariedade, os baixos salários e a política de austeridade que recai de forma pesada sobre os trabalhadores deixando intocadas as fortunas e o capital. 

O vídeo apela também à participação na grande manifestação de dia 11 de Fevereiro no Terreiro do Paço, em Lisboa, organizada pela CGTP .



Clipe da música Polícia com Mongol

Este vídeo foi filmado em uma das favelas do Rio de Janeiro, e indicado como melhor vídeo de rap sobre música MTV Awards no Brasil (VMB).  

Direção: Rogério Rezende 

Gravadora: Warner Music e Mazzola

Todos os direitos autorais reservados por Ent Tape Brasil. e Rogério Rezende.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

PDT Nacional cria Comissão Organizadora do Movimento Sindical do partido


O PDT Nacional criou nesta terça-feira, 7 de fevereiro, em Brasília, a Comissão Organizadora do Movimento Sindical do partido. A reunião de criação da Comissão contou com a presença do presidente nacional Carlos Lupi, do secretário-geral Manoel Dias e do deputado Paulinho, além de várias lideranças sindicais.



Sob coordenação de Cláudio Janta, presidente da Força Sindical – RS, a Comissão conta com participação de dez lideranças sindicais, representando as diversas regiões do país. A Comissão tem a tarefa de estruturar o Movimento Sindical do partido e organizar o Congresso nacional do organismo. Os companheiros Luis Carlos Barbosa e Claudio Correa também integram o Conselho de Trabalhadores.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Trabalho decente também depende do transporte público

O transporte público está diretamente associado ao Trabalho Decente. Acreditamos que em Porto Alegre deve-se ter mais horários, mais linhas, ônibus com portas pela direita e pela esquerda, que permita um horário de fluxo de manhã e no final da tarde. Também que o ônibus vá pela Assis Brasil e faça a Farrapos e a Bento Gonçalves pelos dois corredores, agilizando a vida dos trabalhadores, e que ainda tenham poltronas mais confortáveis, com ar condicionado em toda a frota. 

Se os empresários acham que desta maneira é inviável, a Prefeitura deve então, abrir uma licitação internacional, abrir uma licitação nacional, pra ver se estamos sugerindo uma utopia ou não. Era utopia se achar que teria barca ligando Guaíba a Porto Alegre, hoje nós temos um transporte de extrema competência e que trás um conforto para as pessoas. Então porque que nós não podemos abrir uma licitação para o transporte de Porto Alegre, já que as empresas não têm interesse em ampliar as linhas?  

O que não pode acontecer, é um trabalhador que mora no extremo \Sul da cidade levar duas horas para chegar no seu local de trabalho ou ficar duas horas em pé dentro de um ônibus indo pra sua casa.  




Queremos discutir porque que as pessoas não podem comprar a passagem do ônibus antecipado com cartão de crédito, porque as pessoas não podem fazer um débito em conta para passagem de ônibus. Também queremos discutir as isenções para os aposentados e estudantes, mas nós queremos vincular isso a renda familiar, não que seja uma coisa como é hoje, que as pessoas usam a isenção para dar passagem para empregado ou dar passagem para outras pessoas. Outra questão é porque tem profissões com isenção na passagem de ônibus?  

Nós já entregamos algumas propostas do projeto “Emprego pede passagem” onde propomos que o passe livre seja transformado em passagem para as pessoas desempregadas irem procurar emprego, vinculado às Secretaria do Trabalho, à SMIC, às entidades de trabalhadores e empregadores.  

Estamos querendo discutir isso com a sociedade, com todos de Porto Alegre, e quem tem o papel de fazer isso é a Câmara de Vereadores.

Então nós pedimos essa Comissão Especial e fizemos um pedido também à Mesa Diretora para que, na quinta-feira, possamos usar a Tribuna Popular da Câmara de Vereadores pra esclarecermos não só a questão da passagem de ônibus, mas esclarecer para os vereadores o que é o Trabalho Decente.

Comissão Especial para discutir um transporte decente já!

Nós estivemos na quarta-feira, dia 1º de fevereiro, data em que iniciou os trabalhos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, visitando o presidente da Câmara, a mesa diretora e todos os vereadores solicitando que fosse criado uma Comissão Especial naquela Casa. 

A idéia inicial era uma CPI, mas aí vimos que uma CPI não era o objetivo que a gente tinha, não ia chegar onde a gente queria. Então, em conversa com os vereadores achamos melhor uma Comissão Especial pra se ver a questão do transporte em Porto Alegre. 



Pelo segundo ano consecutivo, o reajuste foi abaixo da inflação e pelo segundo ano consecutivo a passagem de ônibus do Porto Alegre é a segunda mais cara do Brasil, e os serviços dos nossos ônibus vêm diminuindo em qualidade de forma drástica. Além  disso, percebemos que a cidade cresceu, se desenvolvendo cada vez mais e, com isso, surgindo novos bairros em Porto Alegre. Embora isso venha acontecendo, as linhas de ônibus continuam as mesmas. 

Como isso é um serviço público, é uma concessão pública, nós achamos que a Prefeitura e a Câmara de Vereadores, principalmente, pois é a Casa do Povo, deve chamar todas as pessoas para discutir esta questão.