quarta-feira, 5 de junho de 2013

O PRÉ-SAL É NOSSO!

Se inicia um novo surto privatista pelo Governo Federal. Os leilões de petróleo dirigidos pelo Governo Dilma contrariam os seus discursos da campanha eleitoral. Na campanha eleitoral, a presidente Dilma acusava Serra de querer privatizar o Pré-Sal.

Este eminente ataque à soberania do Brasil, gerido pelo Governo Federal, comprometerá o desenvolvimento estratégico da nação e impactará negativamente as futuras gerações de brasileiros, pois pelo formato dos leilões, as reservas do Pré-Sal serão reduzidas em pouco mais de uma década.

Segundo especialistas, com essa política o Brasil vai negociar a sua maior riqueza natural e energética, que é o petróleo, por cerca de 100 dólares o barril esgotando as reservas em 10 anos. Logo depois, o Brasil terá de pagar pela importação de petróleo, pelo preço de mais de 200 dólares o barril, pois ficaremos sem reserva de petróleo nesse mesmo período.

Nos últimos 13 anos em que vigorou os contratos de risco, envolvendo vários blocos do pré-sal, as empresas estrangeiras não fizeram nenhuma descoberta. No entanto agora, essas mesmas empresas são premiadas com um “negócio da China”, que é participar de leilões de reservas milionárias de petróleo, descobertas pela Petrobrás.

Getúlio Vargas criou a Petrobras, com o apoio do povo brasileiro, o mesmo que foi para as ruas fazer a defesa da Petrobrás. Ao mesmo tempo, o povo brasileiro não foi beneficiado com investimentos em saúde e educação, para poder investir em pesquisa e desenvolvimento da Petrobrás, como promessa de um futuro de desenvolvimento provenientes da riqueza do petróleo nacional. Mas agora, o Governo Federal quer entregar todo esse patrimônio às empresas internacionais.

Os Leilões são um sistema de partilha, conforme a Lei 12.351. De acordo com essa Lei, a Petrobrás deveria ser a operadora de todos os blocos contratados sobre regime de partilha de produção. Nesse sistema, a Petrobrás teria participação mínima de 30% sem ter a necessidade de participar do Leilão.

No entanto o Ministro de Minas e Energia Edson Lobão, a intenção do governo é que a Petrobrás participe apenas com esse índice mínimo obrigatório por Lei, ou seja, o objetivo é claro: Reduzir o potencial de participação da Empresa para beneficiar as multinacionais, principalmente as grandes multinacionais.

Esse assunto é muito sério, pois é com esses recursos advindos do Pré-Sal, que o povo brasileiro espera dar o salto de educação e melhoria de vida da população brasileira, esperada há tantos anos.

O Petróleo é Nosso!

Nenhum comentário:

Postar um comentário