quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Julgamento já, para superar conflito!

Ao invés de atuar como mediadora do conflito, a Prefeitura Municipal apostou em jogar lenha na fogueira. Agindo de forma temerária, o prefeito desafiou os trabalhadores que realizam uma greve pacífica. A resposta de quem é responsável por transportar os porto-alegrenses, e tem família para sustentar, não poderia ser outra. A greve atingiu 100% da frota, deixando a cidade de Porto Alegre sem ônibus.


Além de tentar impor o regime de escravidão aos rodoviários, o Poder Municipal criou ainda mais dificuldades para a população. Diante da postura, em última instância irresponsável, do Poder Público, é preciso a intervenção de quem possa, de fato, resolver o impasse. É urgente a entrada em cena do Tribunal do Trabalho para mediar e julgar a greve e as reivindicações dos trabalhadores.

Se não é justo a população ficar sem transporte coletivo, é mais grave ainda apostar em submeter os rodoviários a um regime de fome. A categoria exige aumento salarial, manutenção do Plano de Saúde e reajuste no ticket refeição, entre outras propostas. Diante da ausência de renovação da frota e do aumento abusivo das passagens nos últimos anos, é o mínimo a esperar do governo e dos patrões.

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