quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Ineficiência, corrupção e maquiagem do superávit primário

O primeiro governo Dilma consolida seu final trágico por meio de Medida Provisória, enviada ao parlamento na terça-feira (11/11), que busca esconder o que denunciamos durante toda campanha eleitoral deste ano: a irresponsabilidade e má gestão do governo são os principais causadores da inflação. Com a Medida Provisória, o governo busca maquiar os resultados do orçamento público, buscando encobrir a má gestão, comprometendo assim o Superávit Primário das contas públicas do governo federal. 


Por mais difícil que o nome Superávit Primário possa ser, alcançá-lo representa coisas muito simples na vida dos trabalhadores. Por outro lado, uma vez que o governo não consiga alcançá-lo, o aumento dos níveis de inflação torna-se inevitável.


O Superávit Primário é o resultado positivo que ocorre quando a arrecadação de impostos (receita) é superior aos gastos públicos do governo (despesas). Porém, para alcançar o Superávit Primário, o governo precisa gastar de forma eficiente os recursos públicos, aplicando da melhor forma possível os recursos públicos em saúde, segurança e educação, para que o dinheiro dos contribuintes não se perca pelos caminhos corruptos da máquina pública, conhecidos como os caminhos e atalhos da corrupção. Na mão de um governo corrupto, obras e serviços custam mais caro, fazendo com que as despesas superem as receitas, consequentemente, não atingindo o Superávit Primário.


Quando o governo não atinge o Superávit Primário, por conta de sua ineficiência e corrupção, significa que o governo aumentou seus gastos, fazendo com que ocorra aumento dos preços em toda a economia. Temos então a inflação, motivada pelos elevados gastos do governo decorrentes da ineficiência governamental na execução de bens e serviços públicos e da suposta corrupção vista desde o mensalão.
 

O governo ao não atingir o Superávit Primário afugenta investidores, pois o País passa a não ser mais considerado sério; gera a inflação, aumentando preços e penalizando os trabalhadores com excessivas perdas salariais; e promove a instabilidade econômica, comprometendo o futuro da sociedade brasileira, atingindo especialmente os trabalhadores e os mais pobres.
 

Agora, o governo brasileiro busca maquiar a situação de sua ineficiência e de seus excessivos gastos, tentando ludibriar novamente o povo brasileiro. Parece que o governo não aprendeu com a sua pequena vantagem das urnas.


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