quinta-feira, 30 de abril de 2015

30 de abril - Dia do Ferroviário

No dia de hoje comemoramos o Dia do Ferroviário, celebrado por todos os trabalhadores de trens, seja de transporte de passageiros ou cargas. A data faz alusão ao dia 30 de abril de 1854, quando foi inaugurada a primeira linha ferroviária do Brasil.


terça-feira, 28 de abril de 2015

Dia da Educação

Hoje é uma data muito importante, afinal comemoramos o Dia da Educação. Vamos dedicar este dia para a reflexão desta importante ferramenta que temos para superar nossos desafios. A educação tem o poder de transformar a vida das pessoas!

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Dia da Doméstica

Hoje é o dia dessas trabalhadoras, que merecem toda a nossa homenagem, carinho e reconhecimento pelo seu dia. Parabéns a todas as domésticas!


1º de maio do trabalhador

Sexta-feira é 1º de maio, Dia do Trabalhador, de celebrar mais um ano de luta e de reforçar a reivindicação de crescimento econômico com a garantia dos empregos e dos direitos da classe trabalhadora. 

Pela manhã estaremos na procissão de Nossa Senhora do Trabalho e, a partir das 14h, nosso encontro é na Praça México com as atividades preparadas pela Força Sindical para comemorar esta data junto a todos os trabalhadores e trabalhadoras que movem o nosso país. 

Programe-se e participe!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

22 de abril - 1515 anos de Brasil!

Nesta mesma data, há 1515 anos atrás, surgia o Brasil em meio a mares nunca d'antes navegados. Que sigamos sempre a rota do desenvolvimento, com o povo brasileiro no timoneiro.

terça-feira, 21 de abril de 2015

21 de abril - Tiradentes

No dia de hoje homenageamos o herói nacional Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido por Tiradentes. Símbolo do movimento chamado de "Inconfidência Mineira", Tiradentes foi executado pelas forças imperiais em 21 de abril de 1792. O exemplo que ele nos deixa foi o da crença e da luta por uma nação independente. Que o seu exemplo de entrega em nome de um ideal siga norteando o povo brasileiro na construção de um país com cada vez mais progresso.

Bom feriado a todos!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Aprovação da Carta de São Borja encerra 7º Seminário Faixa de Fronteira

Nesta sexta-feira as discussões do 7º Seminário Faixa de Fronteira tiveram continuidade na Câmara Municipal de Vereadores, com a discussão de programas de energia sustentável, como a apresentação do projeto Cultivando Água Boa, desenvolvido na Usina Binacional de Itaipu. Após, passamos às definições dos tópicos que compõem o documento final deste evento, com os encaminhamentos tirados destes dois dias de discussão,compartilhamento e muito aprendizado.

Carta de São Borja

7º SEMINÁRIO DA FORÇA SINDICAL SOBRE A FAIXA DE FRONTEIRA DO MERCOSUL

Nesta sétima edição do Seminário da Força Sindical sobre a Faixa de Fronteira do Mercosul, a Força Sindical do Rio Grande do Sul apresenta os resultados das primeiras edições com encaminhamentos aos Parlamentos Estadual, Federal e do MERCOSUL, onde destacamos as áreas da saúde, educacional, transportes, comércio e serviços.

Reiteramos o desconhecimento das legislações e implicações, o que mantém a necessidade de avanços na descrição precisa, acadêmica, do que efetivamente compõe a Faixa de Fronteira e das relações que ocorrem nesta região cuja caracterização hoje se retoma.

A Lei nº 6.634, de 1979 é pelo menos dez anos anterior ao Tratado de Assunção, que cria o MERCOSUL, ainda totalmente desconsiderada, pois no chamado “Arco Sul” das fronteiras brasileiras temos apenas três estados da região sul – Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que fazem fronteiras somente com países integrantes deste tratado – Argentina, Paraguai e Uruguai, ensejando no nosso entendimento um tratamento diferenciado, o que não vislumbramos decorridos mais de vinte anos da assinatura do Tratado, embora nestes três estados tenhamos 418 dos 588 municípios que o Ministério da Integração Nacional relaciona nos 11 Estados da Federação.

É importante também o estudo e a proposta de atualização das legislações ambientais, trabalhistas, educacionais, de trânsito e outras que possam e devam ser equalizadas para que não ocorram desequilíbrios entre os componentes do bloco econômico latino-americano em implantação.

Com estas considerações foram propostas:

1.A realização da 9º Conferência Internacional do Bioma Pampa, entre setembro e novembro de 2015;

2.A realização do 8º Seminário Internacional da Faixa de Fronteira, entre março e abril de 2016;

3.Realizar o 2º Seminário sobre Desertificação, Degradação da Terra e Efeitos das Estiagens, em Alegrete, entre junho e julho deste ano;

4.Apoiar a implantação de uma Zona Franca na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, à semelhança da Zona Franca de Manaus;

5.Garantir tratamento tributário diferenciado para atividades econômicas desenvolvidas no interior da Faixa de Fronteira;

6.Realizar mobilização entre Prefeitos, Vereadores, Empresários e Trabalhadores, buscando formas ambientalmente sustentáveis para a efetiva implantação da Lei Nacional de Resíduos Sólidos, com vigência plena prevista para agosto de 2014; estudando a organização de consórcios municipais e viabilidade de PCT (Pequens Centrais Térmicas);

7.Atuar junto aos Parlamentos Municipais, do Estado, da União e do MERCOSUL, ampliando o debate sobre o tema Faixa de Fronteira;

8.Acompanhar no Congresso Brasileiro e Parlamento do Mercosul a revisão do atual conceito de Faixa de Fronteira, nas suas dimensões restritivas ao INVESTIMENTO, à geração de emprego e renda, sem que isto signifique abrir mão da segurança em nossas fronteiras, garantindo através de tributação diferenciada uma compensação face a distância da oferta de serviços, destacando o organização da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Faixa de Fronteira, no Congresso Nacional;

9.Ampliar INVESTIMENTOS em logística de transporte com maior eficiência energética – ferrovia e hidrovia, em especial em linhas internacionais, na Faixa de Fronteira, tendo como primeira experiência o Trem de Turismo do Mercosul (Rivera – Livramento – Cacequi – Uruguaiana - Passo de Los Libres), parcialmente implantado; agilizando a duplicação da BR 290; conclusão e melhorias na BR 472, em especial a construção da ponte do Rio Ibicui, sobre a BR 472, entre São Borja e Porto Xavier; plataforma logística na cidade de São Borja;

10.Continuar apoiando o PL 6.316, de 2009, do Dep. Marco Maia, com emenda do Dep. Ibsen Pinheiro, que trata da criação de Free Shops, agregando a criação/implantação de Zonas de Processamento de Exportação – ZPEs, cuja Lei já assinada pela Presidenta Dilma Roussef, dependendo apenas de determinações legais no âmbito da Receita Federal e acertos nas legislações municipais daqueles que podem receber estes Free Shops, garantindo COMPRAS para estrangeiros e brasileiros apenas em trânsito, sob pena de quebrar o comércio local;

11.Efetiva participação do Estado do Rio Grande do Sul (Poder Executivo, Legislativo, representação patronal e de trabalhadores – Força Sindical) no Grupo de Trabalho Interfederativo criado pelo Ministério da Integração Nacional, por proposição do Comitê de Articulação Federativa (CAF), da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República;

12.Contribuir na criação de grupo de trabalho no Instituto Girassol para apoiar projetos de desenvolvimento e geração de emprego e renda nos municípios da Faixa de Fronteira;

13. Obter dos Fóruns das duas Mesorregiões criadas no âmbito do Ministério da Integração Regional “Metade Sul do Rio Grande do Sul” “Grande Fronteira do Mercosul” para realizar estudos e planos com vistas a recompor suas dinâmicas evolutivas, o relatório com as ações dos quatro últimos anos;

14.Estudar a implementação de novas atividades produtivas na Faixa de Fronteira, respeitando a cultura, a história e outros fatores locais, destacando a “geração de energia”, “polo naval”, e “polo da fruticultura”, “polo de saúde”; “polo mineral”.

15. Apoiar a proposta de implantação de um Campus da Universidade do Mercosul no Rio Grande do Sul, preferencialmente em município da Fronteira Oeste, conforme PLS 017; facilidade de locomoção docente e discente entre países do Mercosul e estabelecimento de bancas binacionais para validação de diplomas entre países signatários do Mercosul.

16.Propor a atuação mais forte dos órgãos federais, IBAMA, Instituto Chico Mendes e outros, na questão da poluição de rios, lagos e área alagáveis na fronteira do Mercosul e estabelecimento de legislações de pesca adequadas aos rios e lagunas (água doce, onde algumas espécies predadoras – surubi e dourado, tem população muito ampliada), mas buscando a uniformidade nos diversos países com os quais o Brasil faz fronteira;

17.Solicitar ao Ministério de Relações Exteriores – Itamaraty, Câmara Federal e outros, cobrando reciprocidade de tratamento aos cidadãos brasileiros nos países do Mercosul;

18.Apoiar a revisão e atualização do Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira do Estado do Rio Grande do Sul – PDIF/RS, incluindo avaliações realizadas durante este encontro.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Seminário Faixa de Fronteira levanta demandas para desenvolvimento da região

No primeiro dia desta 7ª edição do Seminário Faixa de Fronteira, participamos de uma série de discussões para levantar demandas e apontar prioridades para o desenvolvimento da região. Participamos da mesa de abertura junto com o prefeito Farelo Almeida; o coordenador do evento, Lélio Luzardi Falcão; o vereador Valério Cassafuz, presidente da Câmara Municipal de São Borja; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Antônio Corin; o vereador Roque Feltrin, líder da bancada do Solidariedade e o coordenador-geral de Programas Macrorregionais do Ministério da Integração Nacional, Alexandre Bastos Peixoto.


Começamos a discutir esse assunto, da Faixa de Fronteira, logo quando assumimos a Força Sindical. Falava-se que o pessoal da fronteira é acomodado, que vive só da agricultura, que não investe. Nossos técnicos foram a fundo no tema e constataram o oposto. A fronteira oeste é quem abastece a mão de obra em outras regiões e acaba adiando o seu próprio desenvolvimento, basicamente por conta de três empecilhos.

O primeiro, é o chamado Bioma Pampa, que também nos levou a fazer uma Conferência, que já está na 9ª edição. Há uma iniciativa que transforma toda a região em área de preservação permanente, estabelecendo uma série de restrições. Levamos a discussão até o parlamento do Mercosul, porque vemos muitas dificuldades do lado brasileiro, e muitas facilidades nos países e cidades do outro lado da fronteira.

Lá dentro surgiu outro empecilho, que é a Faixa de Fronteira, que limita e dificulta o investimento. Há centenas de exemplos disso, mas um que me marcou era a geração de 120 empregos na Barra do Quaraí, com a instalação de um frigorífico Iraquiano, que chegou a dar cursos de qualificação para as pessoas, ficou 1 ano e meio tentando conseguir as licenças, então atravessou a ponte e instalou-se do lado Uruguaio. Assim ocorreu com várias outras empresas. Isso nos levou a discutir a Faixa de Fronteira. Já obtivemos alguns avanços, mas precisamos extinguir essa lei que é retrógrada e ilusória. Hoje em dia, jamais vamos imaginar uma invasão argentina, uruguaia ou paraguaia a cavalo, por tanque, por terra. Não é a faixa de fronteira que vai impedir que os atuais armamentos bélicos, que são cada vez mais automatizados e eletrônicos que vai impedir algo assim.

E outro empecilho foi colocado pelos proprietários de terra, pecuaristas e agropecuaristas de largas extensões de terras, a quem não interessa o desenvolvimento trazido pela diversificação da matriz energética advinda da instalação de Parques Eólicos, a quem não interessa a instalação de outros grandes empreendimentos para a geração de emprego e melhor distribuição da renda.

Tem que haver mobilização. Um exemplo é o de Aparados da Serra, onde a comunidade se uniu e impediu a instituição da área de proteção nos arredores, que congelaria investimentos. O mesmo precisa ocorrer na região, para derrubar os entraves ao desenvolvimento da Fronteira.


Os debates da manhã contaram com boa participação e valiosas contribuições dos vereadores e representantes de instituições que assistem e participam das discussões a respeito da integração na fronteira, que teve a participação do coordenador-geral de Programas Macrorregionais do Ministério da Integração Nacional, Alexandre Bastos Peixoto. 

Esteve presente também o vereador André Marques, de Santo Ângelo, que reforçou a necessidade da ponte em Porto Xavier para o fluxo na região. Já a federação dos arrozeiros relatou dificuldades de ordem prática nos sistemas adotados no Centro Unificado de Fronteira em São Borja, como a documentação,onde a única aceita é a Carteira de Identidade. Produtores rurais também relataram desafios. 

O professor da Unipampa Edson Monteiro Paniagua contribuiu com reflexões acerca do processo de constituição do estado e das suas fronteiras secas e naturais. Ele afirmou que a estrutura dos municípios da fronteira-oeste é a mesma do século XIX e que o que está em jogo é o tipo de desenvolvimento necessário à região, levando em consideração fatores de desterritorialização e impactos às populações destas áreas. A respeito da integração, relatou dificuldades em relação à autonomia das instituições de ensino para a criação e manutenção das relações institucionais com países vizinhos. Atualmente, o deslocamento de representantes das instituições para cidades próximas, do outro lado da fronteira, demanda de autorização publicada no Diário Oficial da União. 


À tarde, os debates seguiram com a discussão das mudanças climáticas e os efeitos sentidos pela região.O painel foi conduzido pelo engenheiro Lélio Falcão, coordenador do evento, que apresentou as medidas em debate nos governos estadual e federal para minimizar as consequências e fomentar o desenvolvimento econômico.

Depois, foi a vez de discutir legislação, financiamento e desenvolvimento da Faixa de Fronteira, bem como alguns entraves que bloqueiam a integração efetiva entre os países. Em São Borja ocorre uma delas, em relação aos estudantes de medicina que se formam na cidade argentina vizinha, de Santo Tomé, e que depois enfrentam uma série de dificuldades para ter o diploma validado no território brasileiro. Outra questão que lembramos aqui, comum a toda a região da fronteira, é em relação ao atendimento de Saúde em geral. Se medicamentos são enviados de uma cidade vizinha para outra, incide em problemas de Responsabilidade Fiscal.


Não há integração em questões práticas, meramente políticas. Muitos deixam de realizar o sonho da medicina pelos custos do curso no Brasil. Depois, deixam de cursar no Uruguai ou na Argentina, porque a burocracia impede o exercício da profissão. Muito se falou na questão dos médicos cubanos, rechaçados pela classe médica que alegava que o trabalho seria escravo, mas porque não há flexibilização em relação aos médicos uruguaios e argentinos? E aos brasileiros que buscam essa graduação além da fronteira?

As discussões continuam amanhã, na Câmara de Vereadores de São Borja, assim como o fechamento das demandas da região que serão encaminhadas.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Hoje é o Dia Mundial do Desenhista

Hoje, 15 de abril comemora-se o Dia Mundial do Desenhista, Pessoas com um dom especial que através de seus traços transmitem pensamentos. Parabéns a todos(as) profissionais pelo excelente trabalho.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

7ª edição do Seminário Faixa de Fronteira acontece na próxima semana, em São Borja

Na próxima semana acontece a 7ª edição do Seminário Faixa de Fronteira. O evento da Força Sindical leva anualmente a discussão do desenvolvimento e da geração de emprego e renda à região. As atividades acontecem pela primeira vez no município de São Borja, nos dias 16 e 17. 

Programação:

16 de abril (quinta-feira):

09h00 - Mesa de Abertura – Autoridades Presentes

10h00 - Painel 1 – Programas de Integração Latino Americana – MRE e MI

14h00 - Painel 2 – Legislação na Faixa de Fronteira - MI

15h30 - Painel 3 – Financiamento na Faixa de Fronteira - MI

17h00 – Painel 4 – Desenvolvimento na Faixa de Fronteira - MI

17 de abril (sexta-feira):

09h00 - Painel 5 – Mudanças Climáticas na América Latina – MMA e SAE/PR

14h00 - Painel 6 – Comércio na Fronteira – Senado e Câmara

17h00 - Leitura da Carta de São Borja e Encerramento do Seminário.


Contamos com a participação de todos nos debates!


Polêmica sobre sacralização de animais no Porto Alegre em Debate

Nesta manhã participamos do debate da TV Câmara, com o apresentador Claiton Fortunato, a respeito dos projetos que visam a proibição da sacralização de animais em cultos religiosos. Participaram conosco o vereador de Canoas e líder religioso Paulinho de Odé, o vereador Rodrigo Maroni e a ativista da causa animal Gelcira Teles.

Defendemos que a questão receba um debate mais amplo. A sacralização é parte de uma grande festa religiosa, onde o animal é abatido, oferecido, temperado e consumido. Assim como outros alimentos tradicionalmente oferecidos nas casas de religião, como merengue, doces, frutas. Proibir animais é o mesmo que proibir qualquer pessoa de fazer um churrasco na sua casa. E pior, proibir exclusivamente os religiosos é reforçar um estigma que a população de matriz-africana tenta até hoje derrubar, reforça os preconceitos.

Tenho formação religiosa católica, mas frequento outros diversos cultos religiosos para compreender. E em relação às religiões de matriz africana, é fato que querem silenciar os tambores. Porto Alegre tem mais terreiras que Salvador, são pessoas com uma cultura que deve ser respeitada. Pessoas que, inclusive, como espiritualistas, prezam pelo bem-estar animal. Quem não preza por isso é quem alimenta a indústria do patê do foie-gras, do caviar, dos cosméticos, da bolsa de couro.



O programa deve ir ao ar na próxima semana, na TV Câmara, canal 16 da Net. Acompanhe!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Dia Mundial de Combate ao Câncer

Hoje é dia de conscientização para prevenção e de somar forças na luta contra o Câncer, que é a doença que mais mata pessoas no nosso país. Força e fé nesse combate!



terça-feira, 7 de abril de 2015

Dia Mundial da Saúde

Hoje também celebramos o Dia Mundial da Saúde, data que reforça este direito fundamental do ser humano, que deve ser promovido pelo Estado e também pelas boas práticas que dependem de cada um de nós, para garantir o nosso bem mais precioso. A data foi criada em 1948, pela Assembleia Mundial da Saúde, para conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores relacionados a uma vida saudável. Neste dia também foi criada a Organização Mundial da Saúde (OMS).


Dia do Jornalista

Bom dia, pessoal!

Hoje é o dia de celebrar o trabalho de um profissional cuja atividade, além de informar, é fundamental para interpretação da própria sociedade em que vivemos. Parabéns a todos os jornalistas pelo seu dia, pela busca por valorização, por uma imprensa mais isenta e mais plural. Hoje também acompanhamos a luta da categoria que busca firmar no Congresso a exigência do diploma para o exercício da profissão, com a votação da PEC do Diploma, prevista para hoje, na Câmara dos Deputados.


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Impopularidade e incompetência nos primeiros meses de desgoverno

A presidente Dilma Rousseff enfrenta hoje o maior índice de rejeição desde o governo Collor. Segundo pesquisa do IBOPE divulgada nesta quinta-feira, o índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como “ruim” ou “péssimo” é de 64%.

É a mais alta taxa de reprovação de um presidente desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, que era de 68%. A impopularidade também se mostra em todos os aspectos avaliados: combate à fome, desemprego, inflação e impostos.

Essa rejeição é reflexo de tantos escândalos no país, protagonizados pelo PT, principal partido político envolvido nos casos.

Uma das atitudes que o brasileiro mais preserva é a palavra. Dilma prometeu que não iria mexer nos direitos dos trabalhadores nem que a vaca tussa. E a vaca tossiu! Mais de 10 milhões de trabalhadores não vão receber o seguro-desemprego este ano e cerca de 23 milhões de pessoas serão afetadas pelas mudanças nas regras do Abono Salarial (PIS). Ela não só escondeu várias medidas impopulares que tomou, como também negou que ia fazer.

Dilma prometeu que iria combater a inflação, trabalhar com a equipe econômica voltada para o crescimento e desenvolvimento. E o que vemos crescer são as crises neste país, é a roubalheira no HSBC, sem falar no maior escândalo de corrupção do mundo, envolvendo a Petrobrás, que é mísero trocado perto da roubalheira do BNDES.

Enquanto o trabalhador paga valores altíssimos no Imposto de Renda, o governo Dilma rasga seu compromisso com os trabalhadores, especialmente com aqueles que ganham menos.

Enquanto o trabalhador paga um preço absurdo para assistir um filme no cinema, vemos um bando de artistas se beneficiando com a Lei Rouanet e a Lei de Incentivo à Cultura. É a famigerada política de incentivos fiscais, que possibilita a aplicação de uma parte do Imposto de Renda em ações culturais, fazendo girar milhões em projetos culturais pelo país. A surpresa é que o dinheiro está sendo desviado e aplicado na Suíça. 

O que o povo quer é ver corruptos, sejam políticos, artistas ou banqueiros, na CADEIA. Mas é nítido que as mudanças que os brasileiros tanto querem terão que começar a sair da gaveta, especialmente a Reforma Política, que parece ser a via mais eficaz no combate à corrupção para exterminar os ratos que corroem as estruturas do Brasil.

domingo, 5 de abril de 2015

Feliz Páscoa!

O dia de hoje é de celebrar a vida e a esperança, de estar com as pessoas que a gente gosta e de renovar a fé no amanhã. Uma feliz e abençoada Páscoa!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Nós não vamos pagar nada!

Nesta semana vieram à tona na mídia dois fatos dignos de primeiro de abril envolvendo duas empresas estatais e, é claro o dinheiro dos brasileiros. Sem muitos detalhes e nenhuma tentativa de esclarecimento, se tornaram públicos empréstimos tomados pelo BNDES e pela Petrobras, reforçando a posição do Brasil como dependente da injeção de recursos externos para que uma máquina, comprometida pelos vícios da má gestão, não deixe de funcionar.

Pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi firmado o financiamento de U$S 150 milhões com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) e o Mizuho Bank, Ltd. Em nota, o banco justifica o empréstimo como estratégia de ampliação do relacionamento com instituições financeiras internacionais. Sobre condições e a negociação da dívida, nada esclarece.

Vale destacar que o mesmo BNDES pagou R$ 20,7 bilhões para financiar obras no exterior em 2014, tocadas por empreiteiras como a Odebrecht, acusada na operação Lava Jato pelo suborno de agentes públicos. O BNDES captava dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11% ao ano), enquanto emprestava a 6%, arcando com os outros 5%. Por isso, dos R$ 414 bilhões financiados 2014, bancou R$ 20,7 bilhões. Os empréstimos do Tesouro ao BNDES já são de R$ 414 bilhões (8,5% do PIB).


A Petrobras, depois de ter anunciado a venda de ativos na área de exploração e produção de petróleo na Argentina por U$S 101 milhões, obteve um empréstimo, sem nenhuma explicação, de U$S 3,5 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China. Um valor exorbitante, concedido de forma rápida a uma empresa pública que não consegue prestar contas, incapaz de emitir um balanço confiável a respeito de suas bases financeiras abaladas pela corrupção.

A Petrobras, empresa estatal, de capital aberto, também não informou sobre as condições ou taxas do financiamento. À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sintetizou como o primeiro de uma série de acordos de cooperação entre os países. À imprensa e aos brasileiros, nada foi dito pelo governo, mas apenas por fontes sigilosas que apontam a negociação do petróleo brasileiro para abastecer os importadores em troca de recursos emergenciais para tapar o buraco da Petrobras. Praticamente, uma grande operação secreta com dinheiro público.


Aos poucos, sem alarde e sem consulta, colocaram o Brasil para alugar. Os brasileiros sustentam um sistema perverso e hipócrita, que drena os recursos públicos com operações criminosas envolvendo a administração das estatais, pede empréstimo para tapar o buraco e manda a conta de volta para o contribuinte, que não recebe nem ao menos o recibo do papel de trouxa que faz nas mãos do governo. Bancamos a dilapidação do patrimônio nacional sem aviso, sem escolha e sem a oportunidade de dizer a corruptos e corruptores para arcar com a conta, porque nós não vamos pagar mais nada. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Aniversário

No último 31 de março celebrei mais um aniversário, mais um ano de conquistas, de vitórias, de vida. Durante o dia recebi inúmeras demonstrações de carinho vindas de todos os cantos do nosso estado, muitas dos amigos que conseguimos cultivar tanto no meio sindical, como na vida política, entre encontros e campanhas. À noite, tive o prazer de encerrar este dia com um momento especial, cercado de familiares, companheiros e amigos que têm me acompanhado nesta jornada.

Minha família, a quem sou muito grato por tudo!
Colegas vereadores Prof. Garcia e esposa, Kevin Krieger, Bernardino Vendruscolo, Cássio Trogildo e delegado Cleiton, que também passou para deixar o seu abraço; vice-prefeito Sebastião Melo e secretário do DEP Tarso Boelter.

Alguns dos amigos, companheiros da luta do movimento sindical, companheiros de partido. Obrigado a todos que estiveram comigo nesta noite!