quarta-feira, 5 de agosto de 2015

OP expõe dificuldades na Saúde em Porto Alegre

Participamos na noite de ontem da Assembleia Temática de Assistência Social e Saúde, do Orçamento Participativo, e presenciamos um desabafo que toda a população de Porto Alegre deveria ter escutado, do prefeito Jose Fortunati​, sobre os repasses devidos pelo Estado e União para a Saúde do Município. Há muito tempo alertamos para este fato na tribuna, comprovado pelo aumentado da demanda, do número de ambulâncias que chegam a Porto Alegre, das filas e da espera para consultas, leitos e acesso, cada vez mais difícil, ao bem maior, que é a vida. 

Aprovamos, por dois anos consecutivos no Orçamento, a verba para ampliar o atendimento nos Postos de Saúde, pelo menos até as 22 horas, em atenção à política que busca a implementação dos Postos de Saúde 24h. Isso servia que serviria para desafogar as emergências e a demanda hospitalar, mas, para que se torne realidade, é necessário que União e Estado façam repasses. 

A fatia da Saúde no bolo orçamentário, não pode ser reduzida. Não estamos falando de transporte, de estádios, de obras viárias. Estamos falando de vidas! De um repasse fundamental para o funcionamento dos hospitais, dos Postos de Saúde, da contratação de servidores, para melhores condições de trabalho e acesso. Foi comovente o relato do prefeito José Fortunati e concordamos que a questão da crise não pode servir de guarda-chuva para justificar o descaso com a Saúde.


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