terça-feira, 22 de setembro de 2015

Desgovernos de juros e impostos

Falava-se, na última sessão Legislativa da Câmara Municipal, a respeito dos impostos e manifestamos que, novamente, vemos o trabalhador pagar a conta. O Solidariedade foi o primeiro a pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em função da pedalada fiscal, que acredito não ser a central. Um impeachment deve acontecer quando os representantes assumem compromissos nas eleições e depois não cumprem, a exemplo do aumento de impostos.

Já me desculpei, publicamente, nesta tribuna, pelo apoio dado pelo Solidariedade, no segundo turno, à chapa que elegeu Sartori governador do Estado. Em nenhum momento, durante a sua campanha, vimos se falar em aumentar impostos, assim como na da presidente Dilma. É uma saída muito prática, mas covarde, enquanto não se mexe no que é preciso mexer, que é a taxa de juros lá e liquidar o Fundopem aqui, cobrando os impostos atrasados, os IPVAs das BMW e das Mercedes. Há mais de R$ 35 milhões devidos aos cofres do Estado, mas é mais fácil tirar dinheiro do povo.

Continuamos sendo contra o parcelamento dos salários e, um dia, seremos governo, para mostrar que é possível governar sem aumentar impostos e sem vender o seu povo através de juros abusivos.

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