quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Um novo tempo: gestão racional para Porto Alegre

O projeto da atual Prefeitura de Porto Alegre busca uma estrutura enxuta, funcional e eficiente. Isso já ficou bem claro na reforma administrativa do prefeito Nelson Marchezan Júnior, ao aglutinar secretarias, cortar CCs e qualificar o quadro funcional, promovendo iniciativas como o banco de talentos. 

Existe a preocupação em mudar a cara da gestão, com um quadro técnico de qualidade, não meramente baseado em indicações políticas, como praxe dos governos petistas que há pouco tempo estiveram no comando do estado e do país. No governo Dilma, existiam 39 ministérios, ao custo de R$ 400 bilhões aos cofres públicos - sendo R$ 214 bilhões destinados ao custeio de 113 mil CCs. No governo Tarso, os iniciais R$ 6,2 milhões gastos com os CCs foram convertidos a R$ 10 milhões em apenas quatro meses. 

Mesmo assim, vereadores da mesma sigla, através de projetos inconstitucionais, tentam fazer a velha demagogia barata que lhes custou a maior rejeição da história de um partido político no Brasil. 

A Prefeitura de Porto Alegre já cortou 370 CCs, preencheu alguns cargos com técnicos selecionados, mas ainda pretende eliminar mais 400 - algo inédito na gestão municipal. Cortes que não são fáceis de se fazer e que não servirão apenas de discurso, mas que já estão sendo revertidos em benefício da população: amanhã a Secretaria de Saúde entrega novas câmaras frias para o resfriamento de vacinas nas unidades de saúde, reabrindo, até o fim do mês, 40 salas que estavam fechadas na cidade.


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